José Bonifácio

José Bonifácio (1763-1838) foi poeta, cientista e político. Foi considerado patrono da Independência do Brasil. Em sua biografia, cada um desses elementos pode ser observado.

Monumento de José Bonifácio no Rio de Janeiro. [1]
Monumento de José Bonifácio no Rio de Janeiro. [1]

 José Bonifácio foi um cientista, poeta e político brasileiro. Sua carreira científica foi marcada por uma grande excursão por diversos países da Europa em que ele fez pesquisas, principalmente sobre metais preciosos. Retornou ao Brasil em 1800, quando começou, de fato, sua carreira política, que foi construída lado a lado com Dom Pedro I. Morreu em Niterói-RJ depois de ter saído da vida pública e se isolado durante um tempo na ilha de Paquetá.

Teve relação com a Independência do Brasil, pois era conselheiro direto do príncipe. Suas principais ideias eram sobre o fim da escravidão e o estabelecimento de civilidade entre indígenas. Suas principais obras foram declarações, cartas e tratados políticos, além de um livro de poesias que escreveu quando estava em exílio na França.

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Resumo sobre José Bonifácio

  • José Bonifácio nasceu em Santos, estudou em São Paulo, depois em Coimbra e em várias outras universidades da Europa.

  • Retornou ao Brasil com grandes ideias, sobretudo em relação à escravidão e aos indígenas.

  • Foi nomeado conselheiro de Dom Pedro e, por isso, teve grande influência na independência.

  • Sua relação com o príncipe, antes próxima, foi rompida na época da Assembleia Constituinte.

  • Bonifácio chegou a ser exilado.

  • Retornou seis anos depois e refez os laços com D. Pedro, tornando-se tutor de seus filhos.

  • Morreu pouco tempo após se isolar física e politicamente, na ilha de Paquetá.

  • Parte de suas cartas e discursos se transformaram em livros. De poesia, há apenas um publicado.

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Biografia de José Bonifácio

José Bonifácio de Andrada e Silva foi um cientista, mais especificamente um naturalista, ou seja, estudioso de Botânica, Zoologia, Geologia e ciências naturais em geral. Foi também um poeta e político brasileiro. Acompanhemos, a seguir, um pouco de sua trajetória.

  • Infância e juventude de José Bonifácio

José Bonifácio nasceu em Santos-SP, em 13 de junho de 1763, no seio de uma família aristocrata, dona da segunda maior fortuna da cidade. Seu avô, português, tinha parentesco com condes e marqueses da Europa. Sua mãe teve, ao todo, dez filhos, contando com ele, sendo quatro mulheres e seis homens.

Ele fez o primário em Santos, mas depois teve que ir para a capital, São Paulo, para continuar os estudos. Lá teve lições nos cursos preparatórios para a Universidade de Coimbra, em Portugal, ofertados por Dom Frei Manuel da Ressurreição.

Na juventude, lia muito e já escrevia poemas, além de se preocupar com questões sociais, como o tráfico negreiro, a escravidão e a “civilização” de indígenas.

  • Formação e carreira científica de José Bonifácio

Em Portugal, José Bonifácio fez dois cursos: Filosofia Natural (concluído em 1787) e Leis (concluído em 1788). Por lá, recebeu apoio de duques e outros membros da nobreza, inclusive de D. João VI, para exercer a magistratura, passando a ser um funcionário público. Simultaneamente, passou a integrar a Academia, tornando-se um cientista. Seu primeiro trabalho foi sobre pesca de baleias e extração de azeite, mas se interessava por minas e demais temas científicos.

Patrocinado pela Coroa Portuguesa, por meio do Real Erário (Tesouro Geral ou Tesouro Público), em 1790, liderou uma excursão por toda a Europa com o objetivo de aprofundar os estudos em Mineralogia e demais ciências naturais. Naquele ano acontecia a Revolução Francesa, e ele estava em Paris no momento, estudando Química. Há relatos de que teve contato próximo com Lavoisier. Foi membro da Sociedade Filomática de Paris e da Sociedade de História Natural, enviando relatos sobre os diamantes no Brasil para essas instituições.

Também em 1790 casou-se com uma irlandesa, chamada Narcisa Emília O’Leary, com quem mais tarde teve duas filhas. Teve, ainda, uma filha bastarda. Só regressou a Portugal em 1800, depois de ter passado por diversos países e feito variados cursos, como Siderurgia, Estudo de Fósseis, Química dos Minerais, entre outros, em renomadas universidades e com famosos mestres. Visitou jazidas e minas e classificou novos minérios.

Os dez anos que passou nessa excursão lhe renderam o reconhecimento como um cientista respeitado. Na Universidade de Coimbra, passou a lecionar Metalurgia, uma nova disciplina criada por ele. Trabalhou ainda na Casa da Moeda portuguesa e realizou pesquisas, encomendadas pelo rei, sobre pinhais. Em 1807, foi nomeado superintendente de obras públicas.

Em 1808, comandou um batalhão na Guerra Peninsular, tornando-se major. Escrevia artigos sobre tecnologia (palavra usada pela primeira vez em língua portuguesa por ele) e cartas dizendo-se desgostoso com o descaso em investimentos na área em Portugal. Afirmava, ainda, que pretendia retornar ao Brasil.

  • Retorno ao Brasil

José Bonifácio retornou ao Brasil em 1819, com 56 anos. Quando chegou aqui, depois de três décadas na Europa, o país já não era uma colônia, e sim a sede da monarquia portuguesa.

Bonifácio tinha o entendimento de que, mesmo depois de tanto tempo fora, suas preocupações da juventude ainda eram as mesmas, já que pouco mudara a organização social, política e econômica brasileira, sobretudo em relação à escravidão.

Seus projetos previam a abolição do tráfico negreiro com extinção da escravidão; uma espécie de “incorporação” de indígenas aos costumes sociais, uma miscigenação que construísse uma nação homogênea e que, portanto, deveria ser organizada pelo poder público; destituição dos latifúndios e redistribuição de terras; e realocação de vilas para exploração de águas e minas e preservação de florestas.

No entanto, a Coroa Portuguesa, na figura de D. João VI, não colocava homens brasileiros em postos de tamanha importância para realizarem grandes mudanças como as que ele almejava. Assim, foi para Santos trabalhar com o irmão, que era diretor de minas e matas da capitania de São Paulo. Tinha ainda um outro irmão, preso na Bahia por ter participado da Revolução Pernambucana.

  • Carreira política de José Bonifácio

Em 1820, o mesmo D. João VI que lhe negara cargo e ideias o nomeou conselheiro. Um ano depois, a Família Real retornou a Portugal enquanto o Brasil vivia à beira de sua independência, da qual Bonifácio foi partícipe fundamental.

A Família Real retornou a Portugal devido às revoltas que reivindicavam seu retorno. No Brasil, foram formadas juntas provisórias nas capitanias.

José Bonifácio presidiu a eleição que aclamou o governador e capitão-general João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg, ficando ele como vice e um de seus irmãos como secretário na capitania de São Paulo, que foi a primeira a reconhecer Dom Pedro como príncipe regente. Este chegou escrever carta ao pai elogiando o papel conciliatório que Bonifácio estava exercendo.

Foram eleitos também deputados constituintes para elaborarem uma nova Constituição para o Brasil em sua nova condição política. Os nobres portugueses que tinham se revoltado pretendiam transformar o país novamente em uma colônia, por isso houve pressa em estabelecer os princípios da independência, nos quais José Bonifácio teve grande influência.

Entretanto, Dom Pedro, ao longo do tempo, foi se revelando bastante autoritário e não aceitou a Carta Magna elaborada, escolhendo ele próprio alguns homens de confiança que iriam reelaborá-la. Ademais, quando a Carta chegou a Portugal, foi bastante alterada, e chegou ao Brasil uma ordem para que o príncipe retornasse. Iniciou-se grande comoção em diversas províncias quanto a isso.

Leia também: Assembleia Constituinte de 1823 — aquela que elaboraria a nova Constituição, mas foi dissolvida por D. Pedro I

  • José Bonifácio e a Independência do Brasil

As ideias acerca da Independência do Brasil não eram uníssonas. Na Bahia ainda se respeitava a Corte portuguesa, Pernambuco propunha um regime republicano, enquanto no Rio de Janeiro queriam proclamar a independência com D. Pedro como imperador. No entanto, após a ordem de retorno a Portugal, foi se formando um movimento mais unificado para que o príncipe ficasse e o Brasil não fosse recolonizado.

Nesse momento, entrou em cena o papel decisivo de José Bonifácio, que elaborou uma carta, em dezembro de 1821, chamada de Manifesto dos Paulistas, em que pedia que o príncipe regente não cumprisse as ordens dadas por Portugal, ficando no Brasil.

Anteriormente, Bonifácio pensara de maneira diferente: defendia que Portugal e Brasil se mantivessem como um reino unido. Porém, com elaboração de novas leis por aqui e sob pressão da Câmara Municipal de São Paulo, que lhe enviara documentos e um emissário especial enquanto estava acamado, escreveu o manifesto. Junto a outras capitanias, como Minas Gerais e Rio de Janeiro, o documento fez com que Dom Pedro ficasse no Brasil, no episódio conhecido como o Dia do Fico. Nessa data, em 7 de janeiro de 1822, foi anunciada sua decisão de não obedecer às ordens portuguesas, abrindo mais ainda os caminhos para a independência brasileira, proclamada em 7 de setembro daquele mesmo ano.

Dez dias depois do Fico, Bonifácio foi nomeado por Dom Pedro como ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino. Uma de suas primeiras ordens foi que não mais fossem colocadas em prática instruções vindas de Portugal, dando plenos poderes a D. Pedro. Ele solicitou também a união das juntas das províncias a esse princípio, o que foi mal aceito por alguns políticos do Rio de Janeiro, os quais Bonifácio considerava precipitados.

Na ausência do príncipe, Bonifácio foi quem assumiu o comando total do governo, o que aconteceu por ocasião de uma viagem de D. Pedro a Minas Gerais, que, relata-se, teria mudado o seu comportamento.

A relação entre José Bonifácio e D. Pedro era bastante íntima, o que despertou inveja sobretudo do grupo do Rio de Janeiro, que ofereceu honrarias ao príncipe a fim de bajulá-lo. Assim, foi organizado um evento de aniversário de Dom João VI à revelia de Bonifácio, que também não viu com bons olhos a Assembleia Constituinte anteriormente mencionada. Por seu caráter conciliador, pensava que, antes, era necessário unir a nação. No entanto, foi ele mesmo quem a convocou, a mando do príncipe e sob a pressão de que o Brasil poderia retornar à condição de colônia. No Rio de Janeiro despontavam ideias democráticas e republicanas, enquanto ele tentava aconselhar — e até ditar palavras — ao príncipe, de maior parcimônia.

A situação econômica estava caótica, mas Bonifácio ordenara que fossem cobrados tributos de todos, inclusive dos latifundiários, habituados a não pagarem. Isso lhe trouxe ainda mais opositores. Em São Paulo, os Andradas (sua família) entraram em disputas com outras famílias, saindo vencedores.

Quando em julho de 1822 chegaram notícias de que Portugal pretendia enviar tropas ao Brasil, Bonifácio tomou medidas enérgicas, praticamente declarando guerra contra as Cortes de Lisboa, o que significou a ruptura final. Elaborou, na sequência, documento em que dizia que os brasileiros não mais aceitariam a dominação portuguesa, que já durava três séculos. Foram enviadas cópias deste a outros países, entre eles a Inglaterra, que tinha grandes interesses comerciais na independência brasileira.

Em agosto, D. Pedro foi a São Paulo, que, naquele momento, voltava-se contra Bonifácio. O príncipe pretendia desfazer esse desentendimento, como fizera anteriormente em Minas. Em seu lugar, a princesa Leopoldina ficou no comando no Rio de Janeiro, junto de José Bonifácio, com quem tinha grande afinidade. Em outras ocasiões, a princesa orquestrara com ele, em outra língua, para que ninguém soubesse, ações políticas (inclusive o Fico) para D. Pedro.

No fim daquele mês, chegou a notícia de que Portugal enviaria navios com tropas e que reduziria os poderes de D. Pedro. Falava-se também de José Bonifácio, colocado como responsável por tudo o que estava acontecendo. O príncipe recebeu documentos retornando de uma viagem a Santos e, à beira do Ipiranga, proclamou a independência.

Independente, o Brasil tinha, então, D. Pedro como imperador e contava com José Bonifácio como ministro do Interior e dos Negócios Estrangeiros. Foi ele quem formulou a bandeira do país que ficou vigente até 1889 e aderiu às cores verde e amarela.

As disputas com Bonifácio continuavam, e D. Pedro foi se tornando mais seguro, não carecendo tanto dos conselhos dele. Além disso, oscilava entre ideias patriotas e afobadas e as moderadas de seu antigo conselheiro.

Uma cláusula da Assembleia Constituinte foi o motivo do rompimento definitivo entre ambos. Esta dizia que o imperador devia se submeter à Constituição. D. Pedro, na sequência, dissolveu a Constituinte, criou tribunais de exceção, colocou na forca os patriotas e exilou José Bonifácio por seis anos. Uma nova Constituição, aos seus moldes, foi elaborada.

Bonifácio e família foram residir, exilados, na França. Lá, ele se voltou novamente aos estudos e à poesia, sob o pseudônimo de Américo Elísio. Publicou um livro: Poesias avulsas.

Com a morte de D. João VI, em 1826, D. Pedro teve que regressar a Portugal para assumir o trono. Em 1829, foi permitido o retorno de Bonifácio. No império, em cargos mais importantes, estavam seus antigos rivais políticos. Em 1830, foi acusado por eles de estar conjecturando contra o rei e se manteve afastado, desde então, na ilha de Paquetá. Sua esposa havia morrido na viagem de volta ao Brasil.

Quando D. Pedro abdicou do trono, ordenou que Bonifácio fosse o tutor do filho, na época com cinco anos (D. Pedro II). Mesmo com o exílio e o rompimento, Bonifácio aceitou a missão, com carta de Dom Pedro I chamando-o de “verdadeiro amigo”.

Bonifácio foi tutor dos filhos de D. Pedro, mas logo foi acusado novamente de estar conspirando contra o governo. Havia um temor de que o monarca voltasse ao Brasil e que ele estaria envolvido. Foram expedidos decretos o destituindo do governo, e ele, no entanto, resistiu a vários, não reconhecendo a validade desses documentos. Ao final, somente rendeu-se com tropas no paço e foi obrigado a se recolher em casa, isolado, onde ficou até a morte, em abril de 1838.

  • Morte de José Bonifácio

Depois da acusação de conspiração contra D. Pedro II, Bonifácio passou seus últimos anos recolhido da ilha de Paquetá-RJ. Morreu aos 75 anos e não deixou muitos bens além de uma biblioteca com cerca de 6 mil exemplares. Seus restos mortais foram levados para Santos, onde nasceu.

Retrato de José Bonifácio. Obra de Benedito Calixto de Jesus que integra o acervo do Museu Paulista. [2]
Retrato de José Bonifácio. Obra de Benedito Calixto de Jesus que integra o acervo do Museu Paulista. [2]

Principais ideias de José Bonifácio

Relata-se que, desde muito novo, ainda em São Paulo, estudando para ir para Coimbra, Bonifácio já se preocupava com assuntos sociais como a escravidão e a socialização de indígenas. Depois que foi para a Europa, voltou com conhecimentos avançados sobre Mineralogia, mas também versava sobre proteção das matas. Na época da Constituinte, defendeu o fim da escravidão, a reforma agrária, a preservação das matas e rios brasileiros e uma miscigenação “orquestrada”, destinada a apaziguar os ânimos das diferenças étnicas. Era, em suma, um conciliador, conselheiro da Corte.

Leia também: O Brasil poderia ter acabado com a escravidão antes de 1888?

Obras de José Bonifácio

Segundo o site obrabonifacio.com.br, dedicado à sua memória, suas principais obras são:

  • Sobre as minas de carvão de pedra em Portugal, publicado no Patriota, Rio de Janeiro, 1813;

  • Há terrenos que pelo arado não dão fruto, mas sendo cavados com o picão sustentam mais do que se fossem férteis, memória, publicada no Patriota, Rio de Janeiro, 1813;

  • Experiências químicas sobre a quina do Rio de Janeiro, comparada com outras, 1814;

  • Memória minerográfica da serra que decorre de Santa Justa até Santa Comba e suas vizinhanças na província do Minho, Museu Paulista, Coleção José Bonifácio, Doc. 290, 1814-1815;

  • Sobre a necessidade e utilidade do plantio de novos bosques em Portugal, particularmente de pinhais nos areais de beira-mar; seu método de sementeira, custeamento e administração, 1815;

  • A primavera, 1815;

  • Memória sobre a nova mina de ouro da outra banda do Tejo, chamada Príncipe Regente, 1817;

  • Memória sobre as pesquisas e lavra dos veios de chumbo de Chacim, Souto, Ventozello, e Villar de Rey na província de Trás-os-Montes, 1818;

  • História da Academia Real das Ciências de Lisboa, para o ano de 1818, discurso histórico recitado na sessão de 24 de junho de 1818;

  • Memória econômica e metalúrgica, sobre a fábrica de ferro em Sorocaba, que visitaria por segunda vez em 1821, com duras críticas à “má administração antiga e nova”, aos “abusos e ladroeiras”, o que iria suscitar a má vontade, a ira e a vingança do filho do diretor, o historiador Varnhagen, 1820;

  • Poesias avulsas, 1825;

  • Memória minerográfica sobre o distrito metalífero entre os rios Alva e Zêzere, Museu Paulista, Coleção José Bonifácio, Doc. 291., s/d.

Créditos da imagem

[1] Donatas Dabravolskas / Wikimedia Commons

[2] Domínio público / Acervo Museu Paulista (USP)  

Por: Mariana de Oliveira Lopes Barbosa

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