Elementos da textualidade

Há quem pense que o exercício da escrita representa algo inacessível para alguns, justamente pelo fato de concebê-la como complexa, difícil, minuciosa, enfim, dotada de todas as “qualidades” que acabam contribuindo para que o estigma em relação a essa prática se torne ainda mais consistente. Nesse sentido, ao contrário do que muitos pensam, trata-se de uma prática recorrente, cuja materialização apenas formaliza uma situação comunicativa, a qual sempre deve estar em consonância com os padrões gramaticais.

Partindo desse princípio, somos impelidos a proporcionar a você, justamente por meio desse espaço que passará a compartilhar a partir desse instante, mecanismos mais viáveis para que essa concepção se reformule, e assim passe a compreender que se trata de um fenômeno comum, aplicável não somente a alguns, mas a todos os usuários da língua, bastando para isso que somente uma noção se efetive: a de que enquanto sujeitos da enunciação, precisamos atingir nosso interlocutor, sem dúvida alguma, mas para que isso ocorra, precisamos lançar mão da clareza, precisão e objetividade. Assim, uma vez subsidiados nesses aspectos, a ideia de que o ato de escrever deve ser constituído de rebuscamentos, de palavras cuja sintaxe se efetiva de modo exagerado, pendendo mais para a erudição do que para a clareza, pouco a pouco parece se esvair - o que revela, de certa forma, um conforto maior para quem escreve.

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Assim, prerrogativas apontam para o fato de que, interagindo com todas as informações que aqui se encontram ao seu dispor, passará a compreender que o adotar de determinados passos fará de você um(a) produtor(a) consciente, seguro de si, determinado(a) naquilo que expressa, tendo em vista que tais caminhos se encontram arraigados na ideia de que:

* Ser simples não é fazer uso de uma linguagem coloquial, de gírias, enfim, de artifícios que não condizem com o momento, com a situação em si. Ao contrário, ser simples significa ser claro(a), objetivo(a) e preciso(a), promovendo assim uma verdadeira interação entre emissor x receptor;

* Escolher as palavras corretas não é fazer uso de modismos, tampouco de chavões, muito menos de lugares-comuns e de formas desgastadas pelo uso frequente;

* Usar da clareza, significa, sobretudo, construir parágrafos curtos, sintetizados, unidos entre si, isentando, assim, a possibilidade de haver deslocamentos entre as ideias manifestadas.

Pois bem, caro(a) usuário(a), estabeleça uma maior proximidade com a elucidações aqui presentes e se conscientize de que as habilidades, uma vez materializadas, não há por que se esquivar do exercício da escrita – algo tão simples!

Bons estudos é o que desejamos, sempre!

Os elementos da textualidade, uma vez manifestados, conferem precisão ao discurso, tão importante quanto necessária

Por: Vânia Maria do Nascimento Duarte

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