Lâmpadas fluorescentes e incandescentes

O funcionamento das lâmpadas fluorescentes e incandescentes ocorre de formas diferentes. A fluorescente é a que apresenta as maiores vantagens econômicas.

As duas lâmpadas têm o mesmo objetivo: produzir luz. Porém, fazem isso de forma completamente diferente
As duas lâmpadas têm o mesmo objetivo: produzir luz. Porém, fazem isso de forma completamente diferente

No atual cenário mundial, que busca aproveitar cada vez mais os recursos naturais e as fontes energéticas existentes, muitas pessoas trocaram as lâmpadas incandescentes pelas lâmpadas fluorescentes para economizar energia elétrica. Por que as lâmpadas fluorescentes são mais econômicas? A resposta está no seu princípio de funcionamento. Veja como funcionam as lâmpadas fluorescentes e incandescentes.

Lâmpadas incandescentes

A lâmpada incandescente transforma a energia elétrica em energia térmica e luminosa. Ela possui um pequeno filamento de tungstênio em seu interior que, ao ser percorrido por uma corrente elétrica, aquece-se e torna-se incandescente, emitindo luz.

As vantagens dessa lâmpada são baixo preço e a produção de uma luz mais agradável aos olhos humanos. Mas as suas desvantagens são o curto tempo de vida útil e sua baixa eficiência energética. Grande parte da energia que é fornecida a uma lâmpada incandescente é dissipada em forma de calor por efeito Joule. Em números, 95% da energia transforma-se em calor e apenas 5% em luz. A ineficiência dessas lâmpadas é tão grande que, até o fim de 2016, elas não serão mais fabricadas.

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Lâmpadas fluorescentes

O funcionamento dessas lâmpadas é um pouco mais complexo. Elas são constituídas por um tubo de vido transparente, dois eletrodos, uma mistura de gases a baixa pressão e um material que reveste o tubo. Quando a lâmpada é conectada a uma fonte de tensão, estabelece uma diferença de potencial entre os eletrodos e, consequentemente, uma corrente elétrica começa a ser conduzida pela mistura gasosa, fazendo com que haja a emissão de radiação ultravioleta. Essa radiação é absorvida pela substância que reveste o tubo da lâmpada, que normalmente é tungstato de magnésio ou silicato de zinco, e convertida em luz visível, sendo refletida para o ambiente.

Durante o seu processo de funcionamento, essas lâmpadas gastam menos energia do que as incandescentes e quase não apresentam perdas energéticas em forma de calor. Isso faz com que seu custo seja 66% mais barato. Além disso, ela tem uma vida útil bem maior do que uma lâmpada incandescente.

Suas desvantagens são alto custo inicial e desconforto aos olhos, já que às vezes a luz que ela emite pode tremer, gerando uma luz desigual.

Por: Mariane Mendes Teixeira

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