Leis da reflexão para espelhos esféricos

Da mesma maneira que nos deparamos com espelhos planos, os espelhos esféricos também estão inseridos em nossa vida cotidiana. Podemos encontrá-los, por exemplo, no interior dos coletivos urbanos (usados para que o motorista possa enxergar os passageiros), nos retrovisores de motos, nas lojas etc. Um ponto negativo dos espelhos esféricos é que eles não fornecem imagens “normais”, isto é, as imagens formadas por esses espelhos são distorcidas.

No estudo da Óptica vimos que um espelho esférico é uma calota esférica na qual suas superfícies são refletoras. Vimos que quando a superfície que reflete a luz for a parte interna da calota esférica, o espelho esférico será côncavo; e se a parte externa for a refletora da luz, o espelho será convexo. Um básico exemplo de um espelho côncavo e convexo é uma concha para sopa.

Imagine um raio de luz que incide sobre um espelho esférico e que obedece às duas leis da reflexão para espelhos planos. Sendo assim, de acordo com a figura abaixo, I é o ponto onde o raio de luz incide, a reta IC é a reta normal à superfície de incidência, Ri é o ângulo de incidência e Rr o raio refletido.

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Reflexão nos espelhos côncavo e convexo

Segundo a 1º lei da reflexão para espelhos planos, temos que o raio incidente (Ri), a reta normal N e o raio refletido estão contidos em um mesmo plano, isto é, são coplanares. Já a 2a lei da reflexão diz que tanto o ângulo de incidência quanto o ângulo de reflexão possuem a mesma medida, isto é, o ângulo de incidência tem a mesma medida do ângulo de reflexão.

Quando o raio incide sobre a reta normal, o ângulo de incidência é igual ao ângulo de reflexão

A concha cromada para sopa serve de exemplo para os dois tipos de espelhos esféricos

A concha cromada para sopa serve de exemplo para os dois tipos de espelhos esféricos

Por: Domiciano Correa Marques da Silva